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 [Análise] Mortal Kombat 2011

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Bryan
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MensagemAssunto: [Análise] Mortal Kombat 2011   Sex Maio 13, 2011 10:53 pm






A pancadaria está de volta com Scorpion, Sub Zero e todos os
“rotulados” lutadores mais brutais dos últimos tempos em Mortal Kombat.
Para quem não se lembra o primeiro jogo foi uma revolução, e na ocasião
um forte concorrente com a série Street Fighter, justamente por trazer
uma novidade – a possibilidade de finalizar seu oponente com um fatality
após o término da luta.

O jogo logo ganhou popularidade e
polêmica devido ao seu gameplay violento, mas nada que impedisse a
progressão da série com novos títulos. Agora com a nona versão do jogo
chega prometendo muita brutalidade no Playstation 3 e Xbox 360.

Com
o poder gráfico da nova geração nas mãos os produtores conseguiram
levar a série a um novo patamar de brutalidade, além disso, quem optar
pelo modo história verá antes de cada luta cenas cinematográficas dos
lutadores envolvidos no combate. A história começa com Raiden lutando
contra Shao Kahn, um imperador do mal que pretende acabar com toda a
vida existente no planeta. Para evitar a destruição, Raiden decide
enviar uma mensagem a si mesmo no passado, que é mostrado em diversos
vídeos no decorrer da jogatina. Embora até mesmo para Raiden tudo seja
confuso, ele decide ajudar os demais lutadores no torneio que vai
decidir o futuro do planeta.

No começo somos obrigados a iniciar o
modo história com Johnny Cage e conforme vamos progredindo vamos
entrando na pele de outros lutadores. Cada troca de personagem explica
um pouco mais sobre a origem de cada um. Além disso, os ambientes das
lutas são ótimos e cheios de detalhes, aos quais muitos deles relembram
cenários clássicos dos jogos anteriores. A maioria dos cenários interage
bem com a luta e podem ajudar na finalização do oponente com um
fatality opcional, por exemplo, como jogar seu oponente ponte abaixo, na
frente de um táxi, esmagar sua face no trem do metrô, derrete-lo em
lava, faze-lo ser comido por uma enorme árvore viva ou convida-lo a
tomar um banho em uma rio ácido. Tudo isso já faz parte da série e faz
também com que não fiquemos simplesmente bitolados em utilizar os
fatalitys disponíveis no final de cada luta. Além de tudo isso, quem for
dono de um Playstation 3 pode contar com a aparição exclusiva de Kratos
– não menos brutal e violento que os demais – que tem até sua arena de
batalha e também utilizar da função 3D.

O modo história deve
manter você entretido por um bom tempo, mas não é a única opção no jogo,
quem quiser pura pancadaria pode optar pelo modo arcade. Aqui você
escolhe o lutador e despeja pancadaria até a luta final com Shao Kahn.
Os lutadores estão bem detalhados e com golpes bem diversos, além de
combos que podem executados durante a partida. Os comandos estão muito
bem feitos e são fáceis de ser executados, principalmente os fatalitys.

Caso
esqueça algum comando de execução, ou queira aprender novos golpes,
basta pausar o jogo e entrar na lista de comando de cada personagem que
inclui todos os golpes e finalizações. Há também um modo de treino de
fatalidades que mostra exatamente onde deve ficar e exibe o botão de
comando na tela, assim você pode ver todos os erros que você está
cometendo.

O jogo corre bem durante as partidas, mas se você está
acostumado com Super Street Fighter IV, por exemplo, pode ter certa
frustração no início porque o jogo flui mais lento em determinados
momentos – mais precisamente nos combos – que geram certo atraso nos
golpes e deixa a experiência menos divertida.





Vídeo mostra todos os fatalitys de Mortal kombat




Com a inclusão dos combos, também ganhamos uma barra de medição que
fica abaixo da tela e tem três níveis de progresso. O primeiro nível
aumenta a força do lutador e quando um golpe é executado mantendo o
botão de defesa pressionado ele ataca de forma mais rápida e
destruidora. A segunda fase permite que você execute uma espécie de
contra-ataque que tem como principal função quebrar a execução de um
combo adversário. Com a barra no nível máximo podemos executar os
inovadores e poderosos X-Ray, que são golpes que além de causar danos
incríveis são mostrados de um ângulo interno do oponente, focando bem o
órgão ou osso que está sendo danificado. Apesar de todos os personagens
terem seu X-Ray diferente um dos outros, todos são executados
pressionando os gatilhos inferiores do controle.

Outro modo
existente no jogo é o de equipe, onde podemos escolher dois jogadores
que podem ser alternados durante a luta a qualquer momento, ou
simplesmente escolher um lutador e lutas contra as outras equipes
montadas aleatoriamente pelo CPU. Não podemos esquecer os modos
direcionados aos mini-games que começam fácil e vão se tornando difícil a
cada rodada. Estes vão desde brigas padrão onde não é possível bloquear
ou utilizar especiais, ou que tenham de realizar combos com oito hits,
até mini-games, como destruir uma horda de zumbis com arma de Stryker ou
na sequência de uma lista de entrada quebrar um feitiço específico. O
mini-game clássico Teste seu poder também faz um retorno, onde aqui
testamos nossa coordenação motora e nosso raciocínio.

Claro, que
como todo bom jogo de luta, temos aqui um modo online, onde podemos unir
forças com mais um jogador no modo Tag Team em uma batalha contra o
computador ou contra outros dois jogadores reais. O modo online, também
oferece mais opções para escolher como a que os jogadores são divididos
em grupos de 10 jogadores cada. Você pode desafiar qualquer um dos
jogadores no lobby de um jogo de equipe em um combate solo ou tag, ou
todos os 10 podem competir em King of the Hill modalidade, que é
essencialmente um mini-torneio.

A trilha sonora é brutal e
desempenha bem seu papel com ritmos acelerados. Já o áudio do jogo
mantém fiel as origens com o tradicional narrador da série, e os sons
dos ossos quebrando e dos braços e cabeças sendo arrancados somado aos
gritos estão muito bem elaborados. Graficamente o jogo não muda em
relação às duas versões com ótimas texturas e uma boa iluminação, com
isso, a única vantagem que o PS3 leva em relação ao Xbox 360 é sem
dúvida seu conteúdo exclusivo.

Concluindo, Mortal kombat é um
retorno agradável da série que vem com inúmeras novidades que vão
agradar aos fãs e aos novatos. Um dos pontos altos é sem dúvida a
diversidade de fatalitys e a adição do X-Ray. O jogo não é perfeito, mas
mantém todas as características da série e sabemos do potencial do
game. Além do mais poder realizar mutilações jamais vistas em outros
jogos do gênero sem dúvida mostra a verdadeira raiz de Mortal kombat.
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