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 Resistance 2 (Análise)

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MensagemAssunto: Resistance 2 (Análise)   Qui Maio 12, 2011 3:21 pm

Resistance 2



Desenvolvedor:Insomniac Games
Distribuidor:SCEA
Gênero:Tiro em primeira pessoa - FPS
Lançamento: 04 de novembro de 2008
Faixa etária:Inadequado para menores de 16 anos
Jogadores:1 a 60 Suporte
Online:Sim
Aprendizado:10 a 20 minutos

AVALIAÇÃO 9,1
Jogabilidade: 9.0
Gráficos: 8.5
Áudio: 9.5
Diversão: 9.5
Desafio: 9.0

Prós:
Envolvente
é um termo um tanto fraco para descrever Resistance 2. Uma vez iniciada
a campanha, a vontade é de continuar jogando e descobrir cada vez mais o
que a raça Chimera tem a "oferecer" à humanidade. A pancadaria com as
criaturas é ainda melhor que no primeiro jogo, dada a alta quantidade de
batalhas grandes (com chefes imensos, muitas vezes maiores que prédios)
e opções de destruição.


Nathan Hale está ainda mais
agressivo que em Fall of Man e, portanto, muito mais propenso à ação. A
campanha é fenomenal, os modos multiplayer são assustadores (60
jogadores simultaneamente, quer mais que isso?) e a jogabilidade é muito
eficiente. Tecnimamente, Resistance 2 é belo e impressiona com visões
arrepiantes de enormes criaturas Chimera.


Contras:
É
difícil encontrar "contras" em Resistance 2. Mas há um ponto ruim: os
personagens. Os protagonistas do enredo são insossos, até porque o
trabalho vocal não impressiona e não corresponde com o movimento da boca
dos personagens.

Há alguns problemas técnicos, principalmente
na área gráfica. Os anúncios do jogo criaram uma expectativa grande nos
fãs do primeiro game, por isso ocorreram certas decepções gráficas
(formas poligonais e bugs), mas nada que afete a magnitude de Resistance
2.


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Resistance:
Fall of Man despontou na plataforma da Sony como um título único devido
ao seu alto nível de qualidade técnica. Além disso, quem jogou o
primeiro Resistance pôde perceber que a Insomniac Games realmente criou
um trabalho diferenciado, capaz de proporcionar muitas e muitas horas de
diversão.

Depois de dois anos desde o lançamento do jogo
original, a Sony teve o orgulho de distribuir Resistance 2. O game foi
um dos poucos grandes títulos que respeitaram a alta repercussão gerada
pelos anúncios e mostrou que tem muito a oferecer aos usuários do PS3.
Foram raras as decepções encontradas com o jogo — a maioria nos recursos
gráficos — e, num contexto geral, Resistance 2 é de cair o queixo.


Honra ao gênero

FPS
(tiro em perspectiva de primeira pessoa) sempre foi um gênero repudiado
por muitos usuários de consoles e aclamado por boa parte dos usuários
de computadores. Ainda assim, as grandes empresas estão investindo cada
vez mais em jogos do tipo. O primeiro Resistance é um grande exemplo de
sucesso e o segundo game agarrou com unhas e dentes o legado deixado
pelo título original.

É simplesmente empolgante jogar a campanha
de Resistance 2. Para quem desconhece história do primeiro jogo, não há
problema. Há um curto resumo da trama original e logo o gamer parte
para a pancadaria. Isso é um dos raros pontos ruins do jogo: personagens
insossos e desinteressantes (salvo Nathan Hale, o protagonista
principal), visto que a fala e o próprio movimento da boca dos
figurantes contribui para tal constatação.





Ainda
assim, o início do game reflete todo o resto. Logo "de cara", uma
grande criatura Chimera (nesse caso metade ser vivo, metade máquina)
toma a tela e aparece impondo respeito. A guerra está rolando mais forte
do que nunca e o vírus assumiu algumas proporções assombrosas. Monstros
de vários tipos, com características distintas, mostram que mirar e
atirar não são ações tão fáceis assim.

Uma das maiores
qualidades da campanha de Resistance 2 é a sua capacidade de cativar
gradativamente o jogador com desafios mais elaborados a cada minuto.
Seja realizando escolta, cobertura de fogo ou investidas pesadas em
grandes grupos de soldados Chimera, o gamer logo fica entretido e tem
cada vez mais de vontade de descobrir o que está por vir.

Vale
ressaltar também que Resistance 2 está ligeiramente mais "brutal" que o
game original em vários sentidos. Os monstros definham com mais realismo
e sujam fortemente as superfícies com sangue viscoso. Os embates são
travados, muitas vezes, entre grandes quantidades de soldados e seres
Chimera e acabam se desenrolando de forma épica e muito satisfatória.

Extremamente recompensador

Muitas
pessoas gostam de comparar Resistance 2 com uma das bombas equivalentes
do Xbox 360: Gears of War 2. É claro que a proposta de cada um dos
games é completamente diferente, mas uma das vantagens em jogar o título
da Insomniac é embarcar em uma história fictícia, mas espantosa. O
vírus Chimera se alastrou pelo mundo, e, aparentemente, não há
esperanças de derrotá-lo.





Apesar
dos personagens secundários serem um tanto sem graça, é praticamente
impossível não se envolver com o enredo do jogo. Até porque Chimera é
uma raça com um objetivo muito bem definido: exterminar a humanidade.
Dessa forma, quando o jogador pensa que está mais "tranqüilo", as
criaturas abomináveis voltam a atacar, cada vez com um ser diferente (e
gigante, diga-se de passagem). Goliath e Overseer são alguns nomes —
clichês, mas impactantes — das enormes ameaças à humanidade.

Falaremos
de gráficos e sons mais adiante, mas desde já vale mencionar que
Resistance 2 é uma produção técnica monstruosa. Em comparação com o
primeiro título da série, há uma série de animações, efeitos e
movimentações a mais, itens que fornecem combates de alta qualidade.
Além disso, a inteligência artificial continua muito boa.




Resistance
2 também é recompensador no que diz respeito a diversificação de modos
de jogo. É claro que o game já seria bom se possuísse apenas a campanha,
mas há também alguns modos multiplayer fantásticos. O jogo é uma
exceção no PS3, pois suporta até 60 jogadores simultaneamente no modo
online competitivo. E o melhor: sem "lag", sem problemas visuais e com
muita, mas muita pancadaria, seja no Deathmatch, Team Deathmatch,
Capture the Flag ("Core Control") ou Skirmish.

O modo
cooperativo, com suporte a até oito gamers online, é interessante, mas
não se compara à campanha, por exemplo. As missões são simples e
consistem basicamente em defender determinadas bases e exterminar a
maior quantidade possível de criaturas Chimera. Há um sistema de
"ranks", classes diferentes, níveis de experiência, armas diversas e
inimigos assustadores. Quanto maior o progresso, maiores as opções de
armas e habilidades especiais.

Peculiaridades expressivas

Não
há uma "barra de vida" ou "barra de energia" no modo campanha de
Resistance 2. Para que o jogador possa experimentar momentos de ação
prolongados de forma intensa, os desenvolvedores optaram por transformar
Nathan Hale em um soldado mais resistente. De forma semelhante a muitos
outros FPSs (como Call of Duty 4), basta ficar um tempo sem tomar tiros
para que o personagem recupere suas forças.




As
12 armas que constam no jogo apresentam evoluções discretas e eficazes.
Há algumas conhecidas pelos fãs de Resistance, como a tradicional M5A2
Carabine, mas há adições bem colocadas. A .44 Magnum, além de derrubar
soldados-base Chimera com apenas um tiro, possui balas explosivas que
podem ser detonadas com apenas um clique no botão de tiro alternativo.
Ataques secundários constam em cada arma, criando amplas possibilidades
de destruição.

Nem os usuários do PlayStation Portable (PSP)
escapam dos benefícios de Resistance 2, pois há a possibilidade de
conectar os dois consoles (o PSP rodando Resistance: Retribution e o
PS3, Resistance 2). Com isso, o Infection Mode entrará em ação e fará
com que o protagonista principal de Retribution recebe uma mutação do
vírus Chimera que infecta Nathan Hale, resultando em muitos bônus para o
jogo do PSP.

Outro ponto que saltou aos olhos da equipe Baixaki
Jogos foi a grande diferença no design de Resistance 2 em comparação
com o primeiro título. Tudo está mais vívido e palpável, sendo que são
poucos os bugs que ocorrem entre personagens e objetos presentes no
cenário. Desta forma, as batalhas de maiores proporções ficam ainda mais
belas e convidativas para os fanáticos por ação.

Pequenas decepções técnicas, mas nada grave

É
sempre difícil avaliar um jogo de acordo com seu potencial técnico. Os
gráficos e sons de Resistance 2 formam um conjunto belo e consistente,
mas há pequenos problemas nos visuais devido à pressa da Insomniac Games
em finalizar o desenvolvimento do game. Com isso, há a sensação que
falta um certo "polimento" na delineação de algumas texturas e efeitos.





Quando
o jogador atira em vidraças, por exemplo, é possível visualizar formas
poligonais de maneira crua, como se a destruição dos vidros resultasse
em cacos de tamanhos previamente especificados. Além disso, grandes
massas de água, movimentadas por criaturas enormes, formam animações
muito atraentes, mas claramente delineadas por retas (como ocorre na
careca de muitos personagens).

Mas a qualidade da maior parte
das texturas e das modelagens está incrível. A Insomniac cuidou para que
a taxa de quadros por segundo ficasse extremamente estável. Para isso,
os desenvolvedores utilizaram recursos como "fog" (uma espécie de névoa,
algumas vezes amarelada) e "blur" (tirar do foco, "borrar" as imagens)
de forma sábia e moderada. Os poucos serrilhados que o game apresenta
são perfeitamente aceitáveis.





Sonoramente,
Resistance 2 é praticamente um filme de Hollywood. Cada superfície, ao
ser atingida por uma bala, produz um som diferente, aumentando o
realismo. A ambientação sonora, como um todo, enaltece o clima de guerra
e contribui para que a ficção apresentada na trama envolva o jogador em
pancadarias ilimitadas.

Quanto à jogabilidade, não há o que
reclamar. Certos controles podem parecer inadequados para alguns fãs de
FPS, devido ao curioso posicionamento. Mas sempre há a opção de
configurar os comandos e outros itens de controle. A movimentação de
Hale está suave e, ao mesmo tempo, dinâmica. Mirar e atirar são ações
difíceis apenas nos modos mais elevados de dificuldade, pois, nesses
casos, a raça Chimera não tem misericórdia.


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Resistance
2 é simplesmente espetacular e apresenta melhorias significativas em
relação ao seu antecessor. O game, portanto, é parada obrigatória para
todos os proprietários do PS3 que gostem de FPS.
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Resistance 2 (Análise)

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