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 Prévia - No Man's Sky

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MensagemAssunto: Prévia - No Man's Sky   Dom Jun 22, 2014 5:16 pm

Quem acompanhou a transmissão da premiação VGX 2013 provavelmente ficou com a sensação de que, neste ano, o evento não conseguiu desenvolver todo o seu potencial. Normalmente palco de grandes revelações, o prêmio concedido pela Spike TV foi marcado por trailers que, embora interessantes, não revelavam nada de realmente novo.


A exceção a essa regra foi um pequeno vídeo preparado pela Hello Games, um estúdio formado por somente quatro personagens cujo lançamento mais emblemático até o momento é a série Joe Danger. Nele, vemos alguém (ou algo) saindo do oceano de um mundo estranhamente familiar no qual há grama na cor vermelha e uma espaçonave esperando para ser embarcada — que é exatamente o que é feito.
Em questão de segundos, o veículo se lança em direção aos céus e ultrapassa a atmosfera do planeta, somente para revelar que ele faz parte de um universo ainda maior. Mas você não tem tempo para processar a grandiosidade do que acaba de testemunhar, pois logo começam a surgir tiros de lasers e uma verdadeira frota de naves envolvidas em uma grande batalha espacial. Após relances do conflito e imagens de outros planetas estranhos, o vídeo acaba, deixando no ar um nome com significado intrigante: No Man’s Sky.
Explorando o potencial do conteúdo processual
Ao iniciar uma partida em No Man’s Sky, todos os jogadores vão começar suas aventuras em algum ponto remoto na parte mais distante de uma galáxia. A única missão (se é que podemos considerá-la assim) que o jogo propõe é: use os recursos que você tem à disposição para tentar chegar ao centro desse espaço delimitado — o que está muito longe de se provar algo fácil.
Apesar de lidar com mundos alienígenas, em seu início o game vai lidar com ambientes semelhantes aos que vemos na Terra. “Isso ajuda as pessoas a se familiarizarem e acredito que, se não tivéssemos mostrado isso, as pessoas diriam ‘Que diabos?’”, explicou ao site Rock Paper Shotgun o desenvolvedor principal do título, Sean Murray. “É meio estranho ver algo nadando na água que não se parece com um peixe. Então, preferimos usar no trailer um sistema solar particular que fizesse sentido”, complementa.
Fonte: Divulgação
A promessa é a de que, conforme novos ambientes sejam explorados, uma quantidade cada vez maior de elementos simplesmente estranhos vá aparecer. “Eu odeio fazer isso, mas essa é a maneira mais simples de criar um gancho para o game. Por mais que eu não deseje fazer essa relação, sei que seremos comparados a Minecraft e DayZ, mas também a Dark Souls e, em algum nível, a Journey”, afirma Murray de maneira um tanto quanto reticente. “Eu odeio a ideia de que muitas pessoas vão dizer que é como Minecraft, mas no espaço’.”
As semelhanças com o popular título criado por Notch se devem ao fato de No Man’s Sky adotar uma perspectiva em primeira pessoa e contar com um sistema de criação de conteúdo processual. Isso significa que todos os planetas e ambientes pelos quais você passa durante sua jornada são criados em tempo real, o que garante uma sensação de descoberta constante enquanto você joga — sensação que os desenvolvedores querem preservar, mesmo que isso acabe restringindo o tipo de material promocional que eles têm à disposição.
“O que queríamos transmitir é aquele senso de exploração, uma sensação de mistério e descoberta. Para mim, explorar se trata de ver algo que ninguém viu antes, o que vai tornar sua experiência algo único”, declarou Murray. Isso deve ser incentivado pelo simples fato de que, ao andar pela superfície de um planeta e observar as estrelas mostradas em seu céu, há a garantia de que cada uma delas abriga um local que é possível visitar e explorar.
Retornando às raízes ficção científica
Apesar de o mundo dos consoles estar recheado por experiências consideradas dignas do mundo da ficção científica (Mass Effect, Halo e Gears of War sendo alguns exemplos), elas não refletem aquilo que a Hello Games quer transmitir com No Man’s Sky. Em uma conversa com a Eurogamer, Murray afirma que, até o momento, nenhuma empresa conseguiu criar um jogo que se encaixe naquilo que o desenvolvedor acredita ser o cerne desse gênero.
Fonte: Divulgação
“Minha visão é aquela com a qual eu cresci, que está na capa dos livros — é assim que eu imagino a ficção científica. Algo geralmente colorido, vibrante e excitante de olhar. Queremos fazer uma mistura de todos os autores que você pode pensar, Heinlein, Clarke, Asimov, mas também Chris Foss, o artista por trás de todas essas capas. É assim que imagino esses mundos”, explica ele.
“Há filmes como Star Wars que capturam um pouco disso”, admite Murray. “Já em jogos, tendemos a nos focar no lado mais negro disso. Céus negros e espaçonaves cinzentas e soldados espaciais. Mas eu prefiro algo mais próximo da fantasia científica. Os tipos de mundos com os quais lidamos em games não são da categoria que você gostaria de explorar”, afirma.
“O tipo de ficção científica com a qual crescemos não existe aqui (no universo dos games), e queremos criar esses cenários. Queremos proporcionar aquele sentimento e aquela emoção, aquele senso de descoberta. O objetivo é transmitir aquela sensação de pioneirismo, de mistério. Criar um futuro que possui uma história”, conclui o desenvolvedor.
Multiplayer diferenciado
Embora No Man’s Sky seja uma experiência essencialmente single player, o game incorpora elementos multiplayer semelhantes àqueles vistos em Demon’s Souls e Dark Souls. Conforme você descobre novos planetas, eles ficam registrados em um mapa galáctico que fornece detalhes sobre a atmosfera e os recursos encontrados no local — informações que podem ser compartilhadas por outros jogadores em seus próprios universos.
Fonte: Divulgação
Apesar de você ganhar créditos por compartilhar suas descobertas, nem sempre isso pode se mostrar uma ideia atraente. Mesmo que você nunca veja outros jogadores, os mundos descobertos são compartilhados entre todos os que exploram o game — ou seja, indicar a existência de um planeta repleto de recursos raros pode fazer com que outras pessoas os esgotem rapidamente.
Segundo os desenvolvedores, as ações realizadas por uma pessoa têm impacto na experiência testemunhada pelas demais, contanto que isso seja feito em larga escala. Ou seja, embora matar um único pássaro não faça diferença no mundo do jogo, decidir exterminar uma única espécie animal vai fazer com que ninguém mais consiga encontrá-la.
Fonte: Divulgação
“Há algumas coisas que você pode fazer pelas razões erradas. Você pode transmitir certas informações por motivos pouco apropriados. Mas, em geral, acreditamos que as pessoas vão jogar cooperativamente para o benefício de todos. É possível ser um babaca no jogo se você quiser, mas isso traz menos valor à experiência”, afirma Murray.
Ou seja, assim como acontece na série Souls, será possível utilizar o sistema de avisos tanto para indicar a existência de recursos e tesouros quanto para prejudicar outros jogadores. Quem já jogou a franquia da From Software sabe muito bem que, apesar de a maioria das mensagens ajudar a sobreviver, não faltam aquelas que pedem que o jogador se jogue em um abismo com a promessa de que há um tesouro secreto no local.
Lançamento ainda sem plataformas
Embora ainda não haja uma data de lançamento determinada tampouco plataformas anunciadas, tudo indica que No Man’s Sky terá como casa ao menos um dos consoles da nova geração e provavelmente o PC. Isso porque, apesar de não apostar em gráficos exatamente realistas, o jogo possui um universo gigantesco que só pode existir com a ajuda dos hardwares mais potentes disponíveis no mercado.
Fonte: Divulgação
“A nova geração está nos dando poder”, afirmou Murray à Polygon. “Os novos consoles são muito bons, mas a maioria dos jogos que vimos parecem experiências que você já poderia ter na geração passada. Eles possuem gráficos novos, mas estamos interessados em criar mais do que isso e criar jogabilidades dignas da nova geração”, explica.
Resta esperar para ver o que a pequena equipe da Hello Games será capaz de desenvolver e nos mostrar nos próximos meses. Porém, ao menos se depender do pouco que foi mostrado no trailer de revelação do jogo, uma coisa é certa: No Man’s Sky tem tudo para conquistar um espaço especial no universo de games que sabem explorar como poucos as possibilidades do gênero ficção científica.


Fonte: Baixaki

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